Related Posts Widget for Blogs by LinkWithin

Um percurso...

..:: Relato dos pequenos passos, das etapas, que conduziram à minha Tese de Mestrado em Ciências de Educação (Tecnologias Educativas):: algumas sugestões :: alguma escrita ::..
Optimizado para Firefox 2

Conferência Inovar em Educação. Educar para a Inovação

Sexta-feira, Novembro 27, 2009
Prólogo

Muito sinceramente não sei se as considerações que se vão seguir serão de alguém que procura inovar em educação, de alguém que também procura educar para a inovação e criatividade, ou ainda, de alguém que se dedica a tentar mostrar a outros algumas forma de inovarem também. Sei que as escrevo agora sentindo um cansaço extremo depois de semana e meia de aulas a alunos de 7º ano e workshops a professores do Ensino Básico. Faço-o porque, entusiasmada como sempre, o "prometi" de manhã. Aqui vão, não no meu melhor, mas....

Tive ontem a oportunidade de assistir a uma conferência de um Professor extraordinário, um líder na minha área de actuação (confesso que gostava de poder ter escrito de investigação mas... não.... não lhe posso chamar isso embora procure compreender saber em cada dia da minha vida). A motivação era enorme, maior ainda desde que tinha sentido o privilégio de saber que o Professor me seguia no Twitter e, além de já ter feito um RT meu, me tinha enviado uma DM muito simpática a agradecer a divulgação do evento. Eu sei que isto pode parecer ridículo para o comum dos mortais mas para quem tem uma existência em rede e um trabalho aí conhecido e divulgado, isto tem a sua dose de importância. Pronto, confessei :-)

Os slides da conferência poderão se revistos no final destas minhas considerações (espere.... não faça já scroll down e leia mais um pouco) e darão uma imagem da qualidade das reflexões com que o Professor António Dias de Figueiredo (sim é dele que falo; conheça-o melhor em www.adfig.com) nos presenteou ontem num Ciclo de Conferências organizado pelo Doutoramento em Avaliação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e apresentado pelo investigador e Professor que orientou a minha Tese de Mestrado, Domingos Fernandes.

No entanto, aquilo que vos deixo aqui é a visão, o olhar simples, da pessoa que sou, neste particular momento do meu percurso profissional: uma professora do Ensino Básico, ex-formadora do Ensino Profissional, formadora de professores e Mestre em Tecnologias Educativas, com uma presença em rede de 6 anos o que já parece bastante neste mundo em constante evolução.

Desde o primeiro momento, o Prof. ADFIG cativou a audiência ao referir a eventualidade de alguém pretender cobrir o evento pelo twitter e sugerindo a ashtag #eduinova mas referindo, logo a seguir, uma frase importante para reflexão "How often do you tweet when you make love" :-)))

Uma das primeiras ideias a reter, para mim que tenho bem presente o conteúdo de uma TED Talk de Sir Ken Robison (que viria a ser referida depois), foi a constatação de que grande parte dos nossos alunos não é inovador graças à escola mas apesar da escola. E de facto, a escola, tal como está organizada, pode ser um factor limitativo da criatividade (esta frase é minha que estou constantemente a dar a volta às coisas para conseguir introduzir, trazer ao de cima, alguma criatividade).

Em seguida, a ideia de que nada é verdadeiramente uma inovação se não permanecer. E aqui, dei por mim a pensar em todas as coisas que já fiz e faço para tentar perceber se afinal o convite que me tinha sido dirigido aqui teria sido acertado. Concluí que sim, que eu inovo ou, pelo menos, tento :)

Falou-se também da questão importantíssima de "produzir valor"; competência e criatividade já não são apenas factores de sucesso, são factores de sobrevivência no mundo do trabalho hoje em dia. É importante que os alunos, seja em que fase da sua escolaridade for, sejam educados para inovar e empreender, para construir autonomamente a sua capacidade para criarem valor.

A clarificação de conceitos como inovação incremental e disruptiva foi bastante importante também. Além de reflectir, aprendi imenso. O discurso do professor foi sendo, de vez em quando pautado por frases emblemáticas como esta: "regar no deserto" que pretendia provocar a reflexão sobre o facto de a inovação incremental em educação ser ou não possível. Defendeu-se que é possível mas tem sucesso difícil, pelo que o percurso mais promissor para a educação é a inovação disruptiva (cresce discretamente nas margens do sistema até começar a transformá-lo de forma irreversível).

Foram dados alguns exemplos de inovações disruptivas nos sistemas escolares. E este foi um dos momentos particularmente importantes porque me relembrou um projecto meu que tenho tido muita dificuldade em fazer vingar; percebi que na sua concepção ele faz todo o sentido mas preciso de entender no que estou a falhar (além do desânimo provocado pelas resistências exteriores) - falarei dele oportunamente.

Exemplos de inovações disruptivas estão, penso eu, nos slides; eu anotei as seguintes:
- cursos para crianças sobredotadas;
- cursos para enriquecimento de crianças com necessidades educativas especiais;
- cursos opcionais sobre línguas... artes...
- apoio a distância para alunos com dificuldades...

Poderia ainda referir outras ideias mas vou saltar para as importantes conclusões finais, as mesmas que me fizeram sair de lá um pouquinho pensativa e ansiosa reflectindo sobre o meu papel actual na escola, na rede, nos meios educativos.

Foi defendida a realização de parcerias duradouras entre unidades de investigação e comunidades escolares; a possibilidade, no fundo, de se realizarem projectos de investigação-acção e design-based research com equipas mistas de professores e investigadores.
A ideia parece-me não só excelente, como, pela minha experiência, detentora de muito muito sentido. Dei por mim a pensar que estou ali pelo meio pois, na verdade, a única ajuda que tive de uma instituição foram as aulas dos dois semestres de Mestrado e depois, em tecnologias, tenho feito muito sozinha e com a ajuda da minha personal learning network, a minha cada vez mais preciosa PLN :-)
Dei por mim a pensar que já não sou uma professora apenas, mas também não sou uma investigadora; não sou apenas uma formadora de professores também... não sei como consigo ser um pouco de tudo isso e, talvez por isso é que podia ser bem melhor. E.... não sei que concluir.... se, a ser possível optar por uma área, ser apenas isso e melhor ou se a riqueza do pouco que já sei e que consigo fazer, vem precisamente daí, desses 3 olhares diferentes que tenho, dessas três experiências que vou reunindo e diversificando.

Aguardo os vossos comentários :-)


Etiquetas:

ActivInspire... actualize a sua inspiração! ;-)

Quarta-feira, Novembro 18, 2009
Acaba de ser disponibilizada a versão 1.3 do Software ActiveInspire, excelente aplicação da Promethean para o Quadro Interactivo.
Clique na imagem para aceder à Promethean e obter o ficheiro. Se já tem o sw instalado, basta clicar no Menu Ajuda e "Verificar actualizações".

A magia do QI e do ActivInspire

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Esta semana ficará marcada para mim como aquela em que início um uso mais frequente e suportado do Quadro Interactivo que tenho nas 3 salas em que uma vez por semana tenho cada uma das minhas turmas do 7º ano.

Já deverá ser o 4º recurso que faço e a 3ª vez que uso o Quadro mas senti que hoje é que era a sério, já não deveriam existir contrariedades - isto apesar de o software ter bloqueado mais de 4 vezes ;-)

As reacções são extraordinárias. nada que eu não soubesse já mas... a sua força e impacto são tais que me levam a registá-lo aqui.

Em primeiro lugar, uma agitação enorme: parece que tínhamos um brinquedo novo na sala; a turma até ali calma fica agitada, todos querem vir ao quadro e zanga-se se por acaso deixo algum pegar na caneta duas vezes e ao outro apenas uma. É novidade.... não espero esta agitação durante muito tempo.

Depois.... o principal: o aumento da atenção ao conteúdo da aula, o aumento do desejo de participação, o dedo no ar de tantos alunos que... antes por vários motivos, entre eles, decerto o receio de errar, preferiam que a professora não os chamasse....

O momento mais bonito para mim foi quando... no final.... um aluno tímido, dos que têm dificuldades na minha disciplina...... dos que preferem que não lhe diga nada se aproxima de mim e pergunta "Ó professora, foi a professora que fez isto?" e eu digo "Sim, porquê?" e ele responde com um sorriso enorme "É fixe!!!".

:-))))


[imagem retirada da wiki; "What is ActivInspire?" disponível em: http://cff.wiki.cvsd.k12.pa.us/ActivInspire ]

Etiquetas:

Como levar mais professores a repensar o ensino, a aprendizagem e as tecnologias?

Domingo, Novembro 08, 2009

Tive hoje a oportunidade de ler um excerto de um blogue que o Paulo Simões (obrigada!) me fez o favor de recuperar na origem.

Aí podemos ler o seguinte:

"The more “Ed Tech” conferences I attend, the more I see people there who don’t need to be there. If we are talking about real change in education, the kind that makes nervous people of those with big jobs in big companies that depend on education as a market, than we’ve got to get different people here."

Só este bocadinho me fez pensar e muito.... uma ideia, uma sensação que tenho já há algum tempo, uma tendência que gostaria de ver invertida.

Embora o equilíbrio que eu constantemente tento entre a minha vida pessoal, a imensa dedicação ao trabalho da escola (com alunos e não só) e o desenvolvimento do meu currículo e, sem dúvida, da minha PLN, não me deixem ultimamente muito tempo para ir às conferências e eventos que eu gostaria (o que às vezes chega a ser terrível pois há tanto que eu poderia partilhar e aprender), quando penso nos eventos em que tenho estado, quer como parte do público quer como comunicadora, fico com a sensação de que.... está lá a família toda. Ou seja, somos quase sempre os mesmos. Começamos a ser mais, já me sinto um bocadinho de 2ª geração (costumo pensar que a malta do Minerva é a da 1ª ;-) ) quando já vamos na 3ª e na 4ª... mas a verdade é que, embora tenha a consciência de que aqueles que lá estão serão, em princípio, agentes de mudança nas suas escolas, são poucos os apenas professores que ali estão.

Ou seja: gostaria que mais professores, tal como eu, a enfrentar o desafio diário de 3 ou mais turmas e do trabalho mais ou menos colaborativo nas escolas, estivessem ali a discutir a questão da educação das tecnologias, a aprender, a descobrir.

Quem está faz parte muitas vezes de um grupo líder ou com responsabilidades na área mas tão frequentemente afastado do desafio de 90 alunos por dia, de equipamentos novos, de contratempos, de constrangimentos...

E fico a pensar: o que podemos fazer para mudar isto?

Etiquetas:

Uma questão de presença ou uma questão de pertença? (sobre a chegada da comunidade Interactic 2.0 ao Facebook)

Sábado, Outubro 31, 2009
[Este é o post que acabo de tentar publicar na Interactic 2.0 mas que, por dificuldades técnicas ainda não foi possível. Acrescentei-lhe uns pózinhos]

É com agrado que vejo depois de alguns meses de reflexão e evolução :-) a Interactic 2.0 a afirmar-se ainda mais na Rede e em particular no Facebook.

O Paulo Simões diz dele mesmo "evangelizador do e-learning" uma expressão que sempre me fez sorrir mas a verdade é que nós somos, também aqui, "uma espécie de..."....disso mesmo...lol...evangelizadores pois descobrimos a boa nova e queremos levá-la o mais longe possível, espalhá-la, partilhar, partilhar, aprender cada vez mais :-D

Aparte esta minha alegoria religiosa. a verdade é que este sentimento de pertença tem sido fundamental, confesso-vos, não só para ao meu desenvolvimento pessoal e profissional como para minha vida pessoal. E não tenho vergonha nenhuma em afirmá-lo. Tenho aqui bons amigos. Embora tenha a sorte de estar numa escola onde tenho afectos, onde sou acarinhada e acarinho nos diversos sectores, a verdade é que esta é, sem dúvida, a minha sala de professores alternativa, onde por vezes encontro compreensão para desabafos e ajuda para aspectos que na outra não consigo encontrar.

Excelente este sentimento de pertença! Obrigada uma vez mais a todos por me fazerem tão orgulhosa desta comunidade não só como membro mas com administradora também!

O sentimento de pertença foi uma das primeiras coisas que quis estudar na formação de Comunidades Virtuais de Aprendizagem. Foi uma das minhas primeiras ideias para o Projecto da Tese. Tive várias. Depois, deixei-me consumir pela paixão, entusiasmei-me e entreguei-me à construção da minha própria CVA que desenvolvi durante 3 meses com os alunos e que estudei. Comecei a falar de CVA; terminei a tese falando de AVA (ambientes virtuais de aprendizagem).

A questão do "ambiente" virtual é fundamental; agora que sem dúvida construo o meu PLE - de que já falei aqui - e que percebo a sua importância fundamental no meu desenvolvimento pessoal e profissional, vejo com agrado como a presença
numa rede social da comunidade que também administro e que, ao ritmo das minhas possibilidades, ajudo a construir pode ainda mais servir para enriquecer aqueles que connosco vêm ter e que acolhemos.

Em frente!

Etiquetas: ,

Histórias de usos das TEC EDU (o meu contexto)

Terça-feira, Outubro 27, 2009
Hoje desabafo.
E partilho aqui o que escrevi na Rede Interactic 2.0.

"Hoje quem desabafa sou e ;-) e este desabafo vem um pouco na continuidade da nossa troca de ideias sobre recursos educativos digitais produzidos por ptofessores ou comerciais como os da Porto Editora (e que já continuámos a propósito do Magalhães, recorda-se?

Eu gostaria que uma das minhas utopias ou sonhos (o termo usado depende de querer dar uma visão mais ou menos positiva) do que penso e sinto sobre as tecnologias educativas fosse acreditar que a simples existência de recursos maravilhosos como a Escola Virtual fosse a chave de ouro para a mudança d epsotura de alguns professores, para uma mudança efectiva de estilos de ensino e aprendizagem, para uma entrada mais definitiva da escola no século XXI.Mas... não é! Conto-vos a minha história e o episódio que acaba de me acontecer hoje.

Para quem anda nisto da utilização em contexto educativo dos computadores e da internet desde 2002/2003 a existência da escola virtual é um oásis. É um recurso com uma extraodinária qualidade que eu posso usar de modo crítico mas que está ali, com uma qualidade técnica que eu sozinha não conseguiria atingir, sendo que a qualidade pedagógica vai depender - e isso é importante não perder de vista - do uso que eu lhe der.Este ano a minha escola adquiriu uma série de assinaturas da escola virtual. O ano passado já o 2º ciclo tinha usado; este ano (eu não fui consultada apesar de ser talvez a mais conhecedora da escola em termos de TE o que é bom pois significa que há um interesse acrescido de outros profissionais) a escola optou por adquiri uma série d elicenças para professores. Eu, na minha ingenuidade, pensei que era adquirido um acesso por escola, para todos os alunos e todos os professores. Enganei-me`é à peça e por cabeça. Era só par alguns. Descobri-o quando pedi os meus dados de acesso. A resposta foi que eu não tinha pois tinham considerado que, como já produzia muitos recursos e sabia muita coisa (as palavras foram mesmo estas) não precisava. Então na minha área (LP) havia duas pessoas com acesso ( a coordenadora que é do 2º ciclo e uma colega do 3º que me podiam emprestar o seu acesso - ooppsss, se calhar isto não era para dizer - desde que não usássemos em simultâneo (o que plos vistos é impoossível - hei-de experimentar).E pronto, mal apanhei há pouco a dita colega, pedi-lhes os dados. ela ficou tão surpreendida como eu ao saber que eu ñ tinha um login próprio. Deu-me os dados copiados á pressa numa folha, que estavam errados. Fui á promotora da inciiativa, pedi e já acedi.Ora, eu... a tal que não precisa... se tivesse aqueles dados na minha mão, já tinha aarranjado 10 minutos para entrar, para explorar, para conehcer, para prever, para preparar....E é por ter esta atitude que eu sou atal que já tenho muitas coisas feitas e já sei muitas mais....Não é porque tenha feito o mestrado em TE porque aí aprendi outras coisas muito importantes mas nem sequer foi o mestrado que me tornou mais sensível.O que me torna diferente de alguns mas tão próxima de tantos profissionais (todos os que encontro aqui nesta Rede, por exemplo) é uma vontade de mudar, de fazer diferente, é o entendimento de que não s epode ensnar da mesma forma, é a consciência do que já existe e o desejo de o usar, seja produzido por mim ou pela Porto Editora ou seja por quem for, sempre com um enorme respeito pela autoria alheia.

Obviamente que fiquei triste e obviamente que me sinto hoje mais extra-terrestre do que nunca mas... sabem uma coisa, o mais importante é que eu tenho o acesso da escola virtual e SIM, eu VOU USAR e com muito prazer e para enorme satisfação dos meus alunos que vêm motivados para as minhas aulas e me fazem uma professora feliz!"

Etiquetas:

Ensinar e aprender... algo de mágico?

Sexta-feira, Outubro 16, 2009
A minha resposta a esta pergunta é... sim! Claro que aqueles que defendem que o ensinar não pode ser um processo afectivo, que o importante são os conteúdos, a forma "técnica" com os mesmos se transmitem e apreendem vão detestar esta minha lamechiche de professora mas... who cares?!
Penso muitas vezes que a professora que sou tem a ver com a aluna que fui e eu lembro-me de ser, na maior parte das vezes, uma cabeça no ar, sempre na lua ainda e tantas vezes na faculdade e, quantas vezes aí, ao fundo da sala ou do anfiteatro a mandar bilhetinhos. Fui também quase sempre irrequieta, um pouco maria-rapaz e... trabalhadora.
Não sei se consigo descrever-me como professora nem é essa a minha intenção mas, acredito que muito daquilo que o aluno aprende, não tem de ser necessariamente pelo professor, com o professor mas.... porque o professor....
Passo a explicar o meu jogo de
palavras. Na minha opinião, muito do que é ensinar passa por acordar os espíritos, conduzir, apoiar e espevitar cabecinhas. E isso, para mim, tem sem dúvida algo de mágico. Poucas sensações se compararão àquela que o professor tem quando ouve "Ah, consegui! estou a fazer isto... consigo, afinal fazer/entender aquilo... aprendi que....". Ensinar é fazer o aluno descobrir que sabe fazer coisas que não imaginava que soubesse, que tem conhecimentos que não saberia que viria a ter e que lhe são e irão ser úteis, que tem capacidades extraordinárias, que o valor do seu esforço e trabalho compensam. Se isto não é magia, não sei o que será! :-)
Hoje foi um dia mágico. Também foi um dia de guerra (ou apenas uma batalha) com um aluno particularmente desestabilizador e uma turma demasiado barulhenta. Mas também foi dia, com a mesma turma, de entusiasmo face à tarefa 5 do projecto @storias: "O meu conto dava um filme". E só porque eu disse assim.... "bom... não sei... se calhar as personagens do vosso conto até podiam ser desenhadas no jogo The Sims" foi ver aquelas cabecinhas novamente a 200 à hora já a imaginar como podiam fazer e a querer trabalhar, trabalhar... eu não disse quase nada mas... que foi mágico, foi :-) fiquei feliz...outra vez....

E, por fim, o dia também foi mágico porque o meu querido amigo José Paulo Santos me visitou amavelmente na minha escola e fez uma breve sessão de demonstração do Quadro Interactivo ActivBoard e do software ActivInspire. Uma energia fabulosa, uma paixão contagiante... um trabalho de formação excelente que me deixou, uma vez mais, muito orgulhosa e feliz por, em rede, descobrir amigos assim. Muito obrigada! Espero que, com os meus workshops que se seguirão, a magia que despertaste faça nascer belos e interessantes recursos. Obrigada Zé!

NOTA: deixo duas ligações para dois importantes espaços em rede para a partilha de recursos para QI e outros rec. educativos ligados às TIC:

Promethean Planet - Portugal

Rede Interactic 2.0

Etiquetas:

"Manual de direcciones (links?) educativas" - partilhado via FB

Domingo, Outubro 11, 2009

Etiquetas: ,

Sabia que....

Sábado, Outubro 10, 2009
As transformações que a Tecnologia opera.
Vale a pena ver.

Etiquetas:

Depois das tic..... por causa das tic...

Sexta-feira, Outubro 09, 2009
Foi um dia muito especial para mim hoje. Por diversas razões mas confesso que uma delas... me enche de ternura.
Depois de 5 anos de uma amizade sentida, calma, presente, disponível, extraordinária mas... apenas virtual, tive hoje a maravilhosa oportunidade de conhecer e abraçar uma pessoa que tem acompanhado o meu percurso com as tecnologias educativas (e também de vida) e quem mais me tem inspirado: EMÍLIA MIRANDA que conheci há vários anos através do seu Netescrita.


Neste momento, não tenho ainda palavras para descrever melhor este dia e esta mulher mas.... aqui lhe deixo o meu profundo agradecimento por ser quem é, pelo seu trabalho e pela sua presença constante na minha vida! Obrigada, minha querida! Hoje, estou muito feliz!

Ficam fotos de uma tarde muito especial onde pude ainda reunir-me com 3 membros da Rede Interactic 2.0, a minha rede de partilha, muito especial: ao Zé Paulo, ao Paulo Simões e ao Francisco Nuno Ramos - bem-hajam por tudo quanto aprendo convosco!